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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

FPS

First Person Shooter, ele mesmo, que nos acompanha desde a era Doom, e seus envolventes cenários e armas, que nos prendiam frente ao MS-DOS e aos nossos monitores 4:3. 


Atualmente, o FPS é um dos gêneros mais presentes na vida de um gamer, principalmente pela quantidade de jogos lançados semanalmente, seja para os consoles ou para o computador, e pela dinâmica gerada: Agora podemos entrar na pele do personagem (literalmente), simulando guerras, apocalipses zumbis com o objetivo de salvar o mundo... ou a si mesmo.


Históricamente o gênero teve inicio com Hovertank e Catacombs, mas veio apenas se popularizar, com o já citado Doom, depois, com os já conhecidos Quake, Duke Nukem, 007 GoldenEye para Nintendo64, Half-Life, Counter-Strike, Medal of Honor, Kill Zone, Crysis, Halo, Battlefield e Call of Duty. Os 4 últimos dominam o mercado do gênero atualmente, lembrando que ainda este ano, teremos o lançamento de Battlefield 3 e Call of Duty: Modern Warfare 3, jogos esperados a muito tempo e que irão revolucionar tudo que já vimos e jogamos antes.


O Ano de 2011 foi repleto de lançamentos felizes e infelizes para este gênero, começando por Crysis 2, game que assim como seus antecessores causou um impacto monstruoso nas massas, primeiro pelo simples fato de ter sido lançado para os consoles Xbox 360 e PS3, deixando de ser exclusivo para computador, algo que muitas pessoas reclamaram por bastante tempo, alguns chegaram a dizer que o game não foi tão bom, exatamente por este motivo. Sinceramente, poderia ter sido melhor, mesmo tendo saído para consoles, mas não estamos aqui para esculhambar o titulo da crytek, e sim para elogiá-lo, teve mais prós do que contras, possuindo uma dinâmica excelente e uma jogabilidade melhor ainda, considero um dos melhores títulos do primeiro semestre.

Nota 4/5


Prosseguindo com Bulletstorm, e é exatamente isso que o game é, uma tempestade, e uma tempestade louca, que provê ao gamer 1001 maneiras de se matar alguém usando-se apenas 3 coisas: o Leash, um equipamento onde se pegava o adversário e se arremessava em arames farpados, cercas, estacas, e zonas de curto-circuito; as armas convencionais, e o seu poderoso chute, que era mais potente que a maioria das armas, dependendo de onde você o acertasse. O game é curto, e sua história não é nada boa, além de possuir uma dezena de bugs, mas em diversão, é superior a qualquer outro game do gênero, até mesmo que o Duke Nukem Forever, que me decepcionou bastante, e acredito que fizera o mesmo com todos nós.

Nota 3.5/5


Duke Nukem Forever, game mais esperado da história, 15 anos após seu antecessor, foi feito e refeito dezenas de vezes, e ainda não sabemos o motivo, o game apresentou uma péssima jogabilidade, e bem mais contras do que prós, contando como unica peça chave o carisma dos fãs pelo personagem sem nome apelidado de Duke Nukem, o game merecia muito mais, e acabou se tornando a falha do ano, não há muito que falar, o game realmente foi uma decepção, e após seu lançamento, pouco se falou dele, ao contrário do idolatrado Call of Duty: Black Ops, titulo do final do ano passado, que ainda hoje acumula fãs, mesmo tendo um personagem principal bem pouco amigável e carismático, teve como modo multiplayer e os gráficos como principais motivos que o levaram a ser considerado melhor FPS de 2010. 

Nota 2/5


Dead Island, um game que aparentava ser promissor desde o lançamento do seu primeiro trailer em 2007, e dos demais que continuaram a sair até meados deste ano, muitos gamers acreditavam que seria mais que um Left4Dead da vida, e que se faria mais que detonar zumbis e arrancar cabeças a torto e a direita, com 2 mil formas de headshoots, e ele realmente foi tudo isso, apenas isso, um pouco mais que Left4Dead e só. O Jogo torna-se muito repetitivo, e as quests opcionais são praticamente as mesmas, passamos o game inteiro coletando garrafas de álcool, ou levando comida para refugiados, com zumbis idênticos aos de Left4Dead, que poderíamos até mesmo chamar de plágio. O jogo tem prós e contras que o superam, levamos em consideração o modo multiplayer, e a diversidade entre os personagens principais como uma boa característica, apesar de que esta característica também está presente em Left4Dead,  então a única vantagem do game em relação a maioria dos games do gênero, é a quantidade de armas, e a variação de homicídios (apenas isto). O jogo teve um lançamento precoce, poderia ter demorado um pouco mais, na correção de bugs, que são inúmeros, e na diversão, que não encontrei nenhuma. 

Nota 2.5/5


Fechando o Post com Deus Ex: Human Revolution, tal qual Crysis 2, um game que revoluciona, não vi nada parecido desde Metal Gear 4, mas, apenas parecido, o game é bem inferior, apesar das dezenas de escolhas e possibilidades que geram dezenas de finais distintos, como prós temos a jogabilidade, a dinâmica, interatividade, gráficos, som, e o enredo. Como contras, nenhum, assim como Crysis 2, só que poderiam ter adicionado um pouco mais de efeitos para versão de computador.

Nota 4/5

Este ano como dito anteriormente, ainda teremos Battlefield 3 e Modern Warfare 3, tenha certeza de que comentarei ambos.

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Um comentário:

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